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PATROCÍNIO
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AS CENTÚRIAS E OS PAPASProfecias e Políticas
Quando o mundo vai acabar? Segundo os antigos maias, no dia 22 de
dezembro de 2012. Vai daí que as Profecias de Nostradamus ficaram neste
2010 para segundo plano. Mas isso será um apocalipse ou um novo começo?
UM POUCO DE TEATRO
O TEATRO EM BUSCA DA BRASILIDADE Nossa língua registro
UM SÓ BRASIL Como já me livrei de notas
introdutórias , péssima expressão para qualquer tom de ensaio me sinto
livre para incorrer em injustiças e tomar catiripapos de amigos mais
chegados e cometer o despre
A ARTE DA GUERRAOU UMA GUERRA SEM ARTE(1a parte) Uma guerra contra miseráveis está em curso. Explico. O que tirar mais de um pouco a quem só sobrou a fé um tanto de terra pobre. Pois assim está sendo feito sob o olhar concubino dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e de uma sonolenta (ou seria pachorrenta e servil) ONU.
A ofensiva israelense
na faixa de Gaza vem assolar uma região que já vinha afundado em
dificuldades econômicas, sociais e sanitárias intensificadas pelo
bloqueio imposto por Israel em junho de 2007, quando o grupo
islâmico Hamas tomou o controle da área em eleições soberanas. O
grupo considerado terrorista por Israel, EUA e União Européia ganhou
as legislativas e, mesmo com o corte da ajuda ocidental, governou
por um ano, até combates com o Fatah culminarem com a expulsão dos
rivais de Gaza. É sobre este este
recorte de terra que Israel agora ataca. As tropas israelenses
entraram neste sábado (3/01/0009) na Faixa de Gaza e enfrentam, pela
primeira vez desde o início dos bombardeios aéreos, os homens do
Hamas dentro da zona de conflito. Segundo nota divulgada pelo Itamaraty, o ataque "tende a agravar ainda mais o conflito israelo-palestino". A nota informa ainda que o ministro Celso Amorim manteve contatos nos últimos dias com lideranças políticas para tentar criar uma conferência internacional pela paz na região. Leia a nota oficial do governo brasileiro na íntegra:
É bom que se relembre que a miséria de Gaza remonta à partilha da Palestina pela ONU, rejeitada pela maioria árabe da região posta sob mandato britânico após o fim do Império Otomano, na 1ª Guerra Mundial. Em 1948, milhares de palestinos foram expulsos de suas propriedades e terminaram nas praias da cidade, então um pequeno pólo comercial. Acabaram amontoados em terrenos baldios até hoje chamados de campos de refugiados. Calcula-se que 80% dos atuais moradores sejam membros de famílias antes estabelecidas no que viria a ser Israel. Poderá haver paz nestas condições? Esta é uma guerra sem arte! Vamos às outras artes e outras guerras. CLIQUE AQUI PARA O ENSAIO COMPLETO.
QUANDO A VERDADE SE CONFUNDE COM A FICÇÃO
NATAL
Esta matéria sobre o Natal, após estafantes pesquisas poderia começar da seguinte maneira: “Cam, filho de Noé, gerou um filho, Ninrode que significa em hebraico, "ele se rebelou" ou "o rebelde". Depois de Ninrode morrer, Semiramis , sua mãe, criou o mito da sua sobrevivência pós-morte, ao afirmar que ele era agora um espírito, alegando que um pinheiro cresceu na madrugada de um pedaço de árvore morta. Todos os anos, por ocasião do seu aniversário, Ninrode (em espírito) visitava o pinheiro e deixava nele oferendas na data que coincide com o nosso 25 de Dezembro. Por outro lado, no Egito acreditava-se que Horus, filho de Isis nasceu no dia 25 de Dezembro do nosso calendário. Só por aí, já deu para entender o que nos aguarda? Nosso Natal, como comemoração tem muito mais origens obscuras do que imaginamos e mais que isso, no caldeirão de nossa formação acaba se transformando em um verdadeiro Natal à brasileira , no qual é até divertido identificar as reais origens dos costumes. Leia mais
POETA É ALGO QUE MORRE MUITO
Desgraças à parte, nossos poetas românticos e boêmios eram dados a morrer de tuberculose, doença essa que grassava nas rodas da extravagância. Mas outros optaram por vias menos naturais e mataram-se. Em todos os tempos e todos os países isso vinha acontecendo, que o diga Goethe quando criou o seu jovem Werther. Que o diga os novos poetas (os neo-byronianos) góticos e outros tantos, em todas as épocas de nossa lira literária. Leia mais
UM MERGULHO NO PASSADO PAULISTANO -
Quem poderia ocupar-se do tema Belle Époque no Brasil, e mais ainda, de todo uma efervescência cultural que dominou especialmente a intelectualidade paulistana e envolveu nomes do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. Um salão onde nomes como Tarsila do Amaral trafegava com a mesma celeridade do maestro Francisco Mignone e cujo afrancesamento óbvio era criticado por Monteiro Lobato mas, mecenava figuras como Oswald de Andrade,Mario de Andrade e José Oiticica. Esse perfume de várias e requintadas essências como as do “Ao Trevo Sideral”, alimentavam as delícias de gourmets que se davam ao luxo de imprimirem seus cardápios em francês, mandarem cartões em espanhol e cantarem um hino a cada encontro e que declarava em bom toar, sob a batuta do “jefe” “E, é seguro, heis de vencer,/Arme os braços o IDEAL!/Vinde à arena combater,/Cavalheiros da Kyrial!”. Leia mais
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