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“...Agora
a noite terminou
outra batalha foi ganha
Mas ainda restam outras guerras
outros fins de semana
Mas ainda restam outras guerras
outros fins de semana
outros fins de semana, outra batalha,
outros fins de semana,
outros fins de semana
Nunca! "
Johnny Vai A Guerra
(Plebe Rude)
A ARTE DA
GUERRA
OU UMA GUERRA SEM ARTE
(1a parte)
Uma guerra contra
miseráveis está em curso. Explico. O que tirar mais de um pouco a
quem só sobrou a fé um tanto de terra pobre. Pois assim está sendo
feito sob o olhar concubino dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra
e de uma sonolenta (ou seria pachorrenta e servil) ONU.

A ofensiva israelense
na faixa de Gaza vem assolar uma região que já vinha afundado em
dificuldades econômicas, sociais e sanitárias intensificadas pelo
bloqueio imposto por Israel em junho de 2007, quando o grupo
islâmico Hamas tomou o controle da área em eleições soberanas. O
grupo considerado terrorista por Israel, EUA e União Européia ganhou
as legislativas e, mesmo com o corte da ajuda ocidental, governou
por um ano, até combates com o Fatah culminarem com a expulsão dos
rivais de Gaza.
Em março do ano passado, dez meses antes do início dos ataques, a
situação do território palestino já havia chocado o chefe da ONU
para assuntos humanitários. Após percorrer a região, John Holmes
relatou "uma miséria que priva os moradores das mais elementares
condições de dignidade" e se disse "escandalizado com as coisas
cinzentas [que viu]".
Mais de 80% dos 1,5 milhão de habitantes do território são pobres, e
metade da população ativa não tem renda fixa.
Dois terços dos cerca de 110 mil empregos que existiam no comércio
desapareceram nos últimos anos. O bloqueio de 2007 acirrou a crise.
Das 3.900 empresas locais de 3 anos atrás, sobraram menos de 200.
Com o colapso do sistema de esgoto, os dejetos acabam despejados no
mar, tornando insalubres as praias mediterrâneas e aniquilando a
fonte de lazer preferida da juventude local.
Só há eletricidade durante metade do dia no território, que se
assemelha em tamanho e população ao município de Guarulhos (SP) - na
prática, duas das áreas mais densamente povoadas no mundo, com mais
de 4.000 habitantes/km2.
É sobre este este
recorte de terra que Israel agora ataca. As tropas israelenses
entraram neste sábado (3/01/0009) na Faixa de Gaza e enfrentam, pela
primeira vez desde o início dos bombardeios aéreos, os homens do
Hamas dentro da zona de conflito.
Em resposta ao ataque terrestre israelense, os líderes do grupo
palestino, responsável pela administração da Faixa de Gaza,
ameaçaram transformar o território em um "cemitério" para os
soldados israelenses.
Do outro lado, o Exército de Israel anunciou que a ofensiva
terrestre, a primeira desta envergadura desde a evacuação da Faixa
de Gaza, em 2005, durará "muitos dias". O governo explicou que o
objetivo é "tomar o controle" dos setores de Gaza de onde são
disparados os foguetes contra Israel.
Segundo nota divulgada
pelo Itamaraty, o ataque "tende a agravar ainda mais o conflito
israelo-palestino". A nota informa ainda que o ministro Celso Amorim
manteve contatos nos últimos dias com lideranças políticas para
tentar criar uma conferência internacional pela paz na região.
Leia a nota oficial do
governo brasileiro na íntegra:
"Ofensiva terrestre israelense em Gaza
O Governo brasileiro deplora a
incursão militar terrestre israelense na Faixa de Gaza, que tende a
agravar ainda mais o conflito israelo-palestino.
Reiterando declarações anteriores em que conclama ambas as partes a
se absterem de atos de violência, o Governo brasileiro apóia os
esforços, inclusive no Conselho de Segurança da ONU, por um
cessar-fogo imediato, de modo a permitir a pronta retomada do
processo de paz.
A realização de uma conferência internacional em seguimento à
reunião de Annapolis, conforme proposta feita pelo Presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, constituiria passo importante para o
restabelecimento da paz na região, com base no reconhecimento do
direito de constituição do Estado palestino e da existência de
Israel em condições de segurança.
Com este objetivo, o Ministro Celso Amorim manteve contatos nos
últimos dias com lideranças políticas européias, norte-americanas e
árabes, bem como com o Secretário-Geral da ONU. O Ministro Celso
Amorim encontra-se no momento em Lisboa, onde manterá conversações
com autoridades portuguesas, inclusive sobre o processo de paz na
Palestina".

É bom que se relembre
que a miséria de Gaza remonta à partilha da Palestina pela ONU,
rejeitada pela maioria árabe da região posta sob mandato britânico
após o fim do Império Otomano, na 1ª Guerra Mundial. Em 1948,
milhares de palestinos foram expulsos de suas propriedades e
terminaram nas praias da cidade, então um pequeno pólo comercial.
Acabaram amontoados em terrenos baldios até hoje chamados de campos
de refugiados. Calcula-se que 80% dos atuais moradores sejam membros
de famílias antes estabelecidas no que viria a ser Israel.
Poderá haver paz nestas condições? Esta é uma guerra
sem arte! Vamos às outras artes e outras guerras.
O Mahabarata e
o Bhagavad Gita

Vamos tomar contato com
a guerra em muitos textos sagrados como por exemplo no Maabárata
( Maabárata conhecido também como Mahabarata ou Mahabharata). O
Maabárata é sem dúvida o texto sagrado de maior importância no
hinduísmo, e pode ser considerado um "verdadeiro manual de
psicologia-evolutiva de um ser humano". A obra discute o tri-varga
ou as três metas da vida humana: kama ou desfrute sensorial, artha
ou desenvolvimento econômico e dharma a religiosidade mundana que se
resume em códigos de conduta moral e rituais, obrigatórios para quem
deseja o desfrute e o poder econômico que adquire o desfrute.
Além dessas metas
mundanas o Maabárata trata de moksha, ou a liberação do ciclo de
tri-varga e a saída do samsara, ou ciclo de nascimentos e mortes. Em
outras palavras, é uma obra que visa o conhecimento da natureza do
"eu" e a sua relação eterna com toda a criação e aquilo que
transcende a ela.
O Maabárata estabelece os métodos de desenvolvimento espiritual
conhecidos como karma, [[jñana]] e bhakti, firmemente adotados pelo
hinduísmo moderno.
O título pode ser traduzido como "a grande Índia" (literalmente "a
grande dinastia de Bárata"), mas o sentido verdadeiro é o de
elucidar o grande trajeto percorrido pelo eu (atma) nesta criação
material e fora dela.
A obra é considerada pelos hindus uma narrativa histórica real, e
parte do Itihasa (lit. "aquilo que aconteceu") hindu, juntamente com
o Ramáiana e alguns textos dos Puranas.
Algumas partes da obra
são considerados e estudados como trabalhos fundamentais e
analisados e reverenciados isoladamente, tais como:
* Bhagavad Gita, parte do Anushasanaparva
* Damayanti ou Nala e Damayanti, uma fabulosa história de amor,
parte do Aranyakaparva
* Krishnavatara, a história de Krishna, a Krishna Lila, que se
desenvolve em inúmeros parvas, ou capítulos da narrativa
* Uma versão abreviada do Ramayana no Aranyakaparva
* Vishnu Sahasranama (o hino que descreve os mil nomes de Vishnu)
uma das preces mais famosas do hinduísmo, no Anushasanaparva

Contam que foi o sábio
Vyasa que preparou o Mahabharata, uma compilação admirável repleta
de histórias que prendem a atenção de qualquer tipo de pessoa, e,
dentro do Mahabharata, incluiu a essência do conhecimento védico na
forma do Bhagavad-gita. A realidade é que as pessoas comuns se
interessam muito mais por histórias fascinantes do que por filosofia
profunda. Assim, Vyasadeva compôs o Mahabharata, e prendeu a atenção
dos leitores mais simples com a incrível história da disputa
pelo trono entre as dinastias Kaurava e Pandava. O interessante é
que no momento mais crítico da história, exatamente quando a Batalha
de Kurukshetra está por começar, o Senhor Krishna entra em cena e
transmite sua mensagem ou seja, o Bhagavad-gita. Na verdade,
toda a trama política e envolvente do Mahabharata não passa de um
arranjo para prender a atenção dos leitores para o
Bhagavad-gita, o resumo da verdadeira essência dos Vedas.
As próprias escrituras védicas não se cansam de glorificar as
qualidades singulares do Bhagavad-gita. Isto porque o Bhagavad-gita
emanou diretamente da boca da maior autoridade em conhecimento, Sri
Krishna, o qual é glorificado em todos os Vedas como Mahaprabhu, o
Mestre Espiritual Supremo, e Purushottama, a Maior de Todas as
Personalidades.
Fica assim estabelecido
que foi há cinco mil anos, entre o final da era de Dvapara e o
começo da era de Kali, que a Pessoa Suprema, Bhagavan Sri Krishna,
veio à Terra e transmitiu para Arjuna este conhecimento sublime do
Bhagavad-gita, removendo, assim, todas as suas dúvidas, ansiedades e
lamentações. O cenário do Bhagavad-gita foi o campo sagrado de
Kurukshetra, minutos antes da batalha mais violenta já registrada
pela história dos últimos tempos. Naquela época, a Terra e seus
habitantes estavam sendo atormentados pela influência perturbadora
de indivíduos materialistas e cobiçosos e em tais situações, o
próprio Senhor sempre desce a este planeta para eliminar os
elementos indesejáveis e proteger diretamente as pessoas piedosas.
No texto o guerreiro Arjuna (companheiro eterno do Senhor Krishna)
está sempre livre de qualquer classe de ilusão. Entretanto, ele foi
colocado em ilusão pessoalmente pelo Senhor, porque Krishna desejava
transmitir os ensinamentos do Bhagavad-gita para as futuras
gerações. Desse modo, representando o papel de uma pessoa absorta em
sofrimento material, Arjuna pôde formular perguntas relevantes sobre
os verdadeiros problemas da vida. A guerra torna-se assim, com arte
e sabedoria o pano de fundo para ensinamentos filosóficos.
MUITO DEPOIS, A ARTE DA
GUERRA

A Arte da Guerra é um
dos maiores tratados de estratégia de todos os tempos. Um livro útil
para o homem de negócios, militar, ou para qualquer pessoa empenhada
em vencer na vida. Escrito pelo general chinês Sun Tzu, a partir do
resultado de sua experiência em suas campanhas, que foram as mais
variadas.
A Arte da Guerra
é um tratado militar escrito durante o século IV a.C. pelo
estrategista conhecido como Sun Tzu. O tratado é composto por treze
capítulos, onde em cada capítulo é abordado um aspecto da estratégia
de guerra, de modo a compor um panorama de todos os eventos e
estratégias que devem ser abordados em um combate racional.
Acredita-se que o livro tenha sido usado por diversos estrategistas
militares através da história como Napoleão, Adolf Hitler e Mao Tse
Tung.
Desde 1772 existem
edições européias (quatro traduções russas, uma alemã, cinco em
inglês), apesar de serem consideradas insatisfatórias. A primeira
edição ocidental tida como uma tradução fidedigna data de 1927.

Sun Tzu foi um general
chinês que viveu no século IV AC e que no comando do exército real
de Wu acumulou inúmeras vitórias, derrotando exércitos inimigos e
capturando seus comandantes. Foi um profundo conhecedor das manobras
militares e escreveu A ARTE DA GUERRA, ensinando estratégias de
combate e táticas de guerra.
Uma das histórias mais repetidas sobre Sun Tzu descreve o modo pelo
qual ele empregava as "concubinas" para demonstrar, no palácio, ao
rei, exemplos de manobras de combate e deslocamentos de tropas. Será
verdade?
Segundo o livro o
objetivo de uma operação militar deverá estar claramente definido e
ligado aos efeitos que se espera obter ao final do conflito. Além
disto, este objetivo deve ser atingível e ser decisivo para a
situação desejada.
Uma vez fixado, todas as ações deverão estar orientadas na sua
conquista, e apesar das circunstâncias da guerra não se deve
perde-lo de vista. Em campanha, poderão existir objetivos
intermediários ou parciais. Todavia, a conquista destes objetivos
deverá contribuir na conquista do objetivo principal.

Trechos do livro:
"A invencibilidade está na defesa; a
possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defende mostra que sua
força é inadequada; quem ataca, mostra que ela é abundante."
"Existem cinco fatores que permitem que se preveja qual dos oponentes
sairá vencedor:
o aquele que sabe quando deve ou não lutar;
o aquele que sabe como adotar a arte militar apropriada de acordo
com a superioridade ou inferioridade de suas forças frente ao
inimigo;
o aquele que sabe como manter seus superiores e subordinados unidos
de acordo com suas propostas;
o aquele que está bem preparado e enfrenta um inimigo desprevenido;
o aquele que é um general sábio e capaz, em cujas decisões o
soberano não interfere."
"A água não tem forma constante. Na guerra também não existem
condições constantes. Por isso pode-se dizer que é divino aquele que
obtém uma vitória alterando as suas táticas em conformidade com a
situação do inimigo."
"Dos cinco elementos, nenhum é predominante; das quatro estações nenhuma
dura para sempre; os dias, uns são longos, outros curtos; a Lua
enche e míngua."
"Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo lutará cem batalhas sem
perigo de derrota; para aquele que não conhece o inimigo, mas
conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota
serão iguais;aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si
próprio, será derrotado em todas as batalhas"
"Evitar guerras é muito mais
gratificante do que vencer mil batalhas - Sun tzu "

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OS LIVROS

Bhagavad Gita Como Ele
É
993 pp
Capa dura
Encarte colorido de 16pp
De maneira notável, o Bhagavad-gita, um
dos mais conhecidos textos filosóficos do mundo, narra um evento
dramático ocorrido num campo de batalha da Índia antiga. Momentos antes
de entrar em combate, o guerreiro Arjuna começa a se perguntar sobre o
verdadeiro sentido da vida. As questões levantadas por Arjuna neste
texto intemporal têm surpreendente importância para nosso mundo moderno.
A possibilidade de aplicação universal das idéias contidas no
Bhagavad-gita tornam-no de fato um clássico da literatura universal.
Durante milhares de anos, este famoso livro tem atraído a mente dos
grandes intelectuais do Oriente e do Ocidente, como Thoreau, Emerson,
Einstein, Gandhi, Huxley e outros. O comentário lúcido de Srila
Prabhupada proporciona a todos os leitores acesso fácil a este clássico
antigo e claro entendimento dele. A venda de mais de 14 milhões de
exemplares em 50 línguas é prova óbvia da extrema popularidade e valor
desta edição.
LANÇAMENTO
www.bbt.org.br/

A Arte da Guerra - Por
uma Estratégia Perfeita
de Sun Tzu
Páginas: 128
A Arte da Guerra é um dos maiores
tratados de estratégia de todos os tempos. Um livro útil para o homem de
negócios, militar, ou para qualquer pessoa empenhada em vencer na vida.
Escrito pelo general chinês Sun Tzu, a partir do resultado de sua
experiência em suas campanhas, que foram as mais variadas.
O editor traz nesta obra uma visão sintética, porém abrangente dos
postulados básicos de Sun Tzu, convidando todos à reflexão no sentido de
que se aprecie a aplicabilidade desses fundamentos, no âmbito pessoal e
coletivo.
Na vida diária, na atividade profissional, no relacionamento humano e
social, enfim, a todo instante, somos convidados a lutar pela vitória,
cientes de que sempre o inimigo mora ao lado.
A vitória para Sun Tzu representa uma dicotomia entre a guerra e a paz.
Às vezes, a primeira faz-se necessária, assim como a perfeita paz é algo
impossível dentre as sociedades humanas. É por isso que à medida que o
conflito deve ser evitado devemos aprimorar a força, as habilidades, a
capacidade de análise da situação e a eficácia na auto-organização, ou
seja, subjugar o inimigo sem lutar. É nesse sentido que disciplina
auxilia a discernir entre a percepção e o julgamento, deixando uma
lacuna para que uma inteligência natural se manifeste em um mundo de
possibilidades que é comum a todos.
Para os dias de hoje, os princípios de A Arte da Guerra podem ser
aplicados, não apenas nas táticas militares, mas também em quase todos
os setores da atividade humana. Hoje em dia, vivemos em meio a um
permanente exercício bélico de razões e contra-razões. O consenso
pregado por Habermas parece negado pelas evidências do tempo: para estar
em guerra, basta ter nascido. Guerra social, cultural, econômica,
religiosa, política, científica, filosófica, etc. são elementos
permanentes de nosso cotidiano. Nem mesmo os bravos e fortes parecem ser
exaltados...
Ninguém deseja ser um perdedor, todos querem o sucesso, o êxito e,
assim, parecem ter muito a aprender com SunTzu, que busca nos ensinar
como vencer todas as batalhas. Nestes tempos de globalização, as guerras
são travadas, principalmente, no campo das idéias, nas mais diferentes
áreas de atividade humana, e os grandes vencedores não disparam um tiro
sequer. Isto vem ao encontro da pregação de Sun Tzu, quando nos ensina
que o supremo mérito do vencedor consiste em quebrar a resistência do
inimigo sem a necessidade de se empreender a luta armada.
Os ensinamentos aqui contidos alcançam todos os seres humanos empenhados
na batalha diária para o sucesso na luta contra os oponentes do
cotidiano moderno, sejam eles colegas de trabalho, concorrentes,
chefias, entre outros.
UM LANÇAMENTO


Dominando
a Arte da Guerra - Comentários sobre o clássico de Sun Tzu
de Liu Ji e Zhuge
Liang
Páginas: 144
A China, uma das civilizações mais
antigas da Terra, já se preocupava com a luta da humanidade pela
sobrevivência. Os filósofos chineses estudavam estratégias para
enfrentar as constantes mudanças sociais que traziam instabilidade,
manifestadas em conflitos de classes, intranqüilidade social e,
finalmente, em agressão armada.
Por isso, a literatura clássica chinesa já examinava minuciosamente a
guerra, não apenas do ponto de vista de quando e como iniciá-la, mas
também de seu impacto sobre a sociedade e das implicações éticas
resultantes.
Após o grande sucesso de A Arte da Guerra - um dos maiores tratados de
estratégia de todos os tempos -, a Madras Editora lança Dominando a Arte
da Guerra, obra que reúne comentários das estratégias do clássico de Sun
Tzu e ensinamentos sobre disputa e ação militar delineados no I Ching,
um livro a respeito de avaliações estratégicas, cujo desígnio seria o de
ajudar o indivíduo a levar uma vida mais racional e efetiva.
Portanto, Dominando a Arte da Guerra chega até você para mostrar que
estratégias de guerra não são destinadas apenas a lutas armadas, mas são
úteis também para enfrentar os opositores do dia-a-dia do mundo moderno.
UM LANÇAMENTO

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